O polo de apoio presencial como espaço de gestão e autonomia na EAD. As contingências na Gestão da EAD

Simone do Nascimento da Costa, Luiz Roberto Alves

Resumo


Este artigo revela os resultados de pesquisa sobre três polos de apoio presencial ligados a modalidade a distância, considerando os processos de gestão e autonomia no contexto em que atuam. Trata-se de dois momentos de análise, respectivamente relacionados à estruturação dos polos, a partir de diretrizes preestabelecidas e da discussão sobre a realidade cultural e contingencial existente neste espaço; e, por fim à utilização da técnica da entrevista semiestruturada para a análise do processo de gestão e autonomia existente nos polos pesquisados. Para a aplicação da pesquisa foram realizadas entrevistas com os coordenadores dos respectivos polos (dois localizados no Estado de São Paulo e um no Estado do Paraná), sendo dois destes polos de ordem privada e o outro de ordem pública. Como resultado, obtém-se que apesar das diretrizes preestabelecidas, os polos possuem um modelo contingencial e, portanto, cultural de adaptação à realidade em que se instalam, compreendendo uma gestão voltada a adequações e readequações diante de um contexto em constante desenvolvimento. Quanto à autonomia revela-se a existência de trâmites não negociáveis relacionados às bases legais que os regulamentam, contudo, estabelecidos estes parâmetros, a autonomia se determina pela tomada de decisão deste gestor diante da realidade em que se instala.

Palavras-chave


Polo de apoio presencial; gestão, autonomia;

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DOI: https://doi.org/10.22633/rpge.v0i17.9371



Rev. on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, SP, Brasil, e-ISSN: 1519-9029

DOI prefix: 10.22633/rpge

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