Escritura reflexiva y literacidad de los maestros de educación básica
la (in)existencia de políticas institucionales para la práctica lingüística
DOI:
https://doi.org/10.22633/rpge.v30i00.21026Palabras clave:
Educación, Formación docente, Alfabetización, Proceso de escrituraResumen
El objetivo de este artículo es analizar la percepción de los docentes de primaria de una escuela pública de Diadema (SP) sobre el impacto de la escritura reflexiva en su práctica pedagógica. El marco teórico se sitúa en el campo de la Educación, con especial énfasis en estudios sobre Literacidad y Formación Docente. La metodología es descriptiva, utilizando una encuesta como estrategia de recolección de datos. El enfoque es cuantitativo. El corpus se recolectó en una escuela primaria pública de la red municipal de Diadema, ciudad de la región metropolitana del estado de São Paulo. Los participantes en la investigación son docentes con más de seis meses de experiencia en la escuela. Los datos revelan una percepción de la escritura reflexiva que aún se caracteriza por un carácter burocrático, lo que impide un impacto real de esta modalidad de escritura en la realidad del aula
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