A arte de viver junto

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21723/riaee.v14i3.12368

Palavras-chave:

Discriminação, Política de ação afirmativa, Igualdade, Reconhecimento, François Dubet.

Resumo

Nessa resenha, discute-se sobre as discriminações vivenciadas em sociedade. Compreende-se que as discriminações geram a ausência de igualdade e a negação de reconhecimento. O que temos em comum? Somos diferentes, contudo iguais. Conceitua-se a discriminação positiva à francesa como políticas e dispositivos que visam estabelecer a equidade, compensando desigualdades a partir de cotas, tendo como alvo uma população específica, instaurando regras para o benefício de determinados grupos. Corroborando nesse aspecto, reflete-se sobre o paradoxo entre a equidade e o mérito, pois acreditar na igualdade de oportunidade pelo mérito, faz com que o indivíduo se sinta discriminado. A escola surge como um espaço aberto, inclusivo, acolhedor, onde os estudantes aprendem a viver em conjunto.

Biografia do Autor

Denise Gisele de Britto Damasco, Universidade Católica de Brasilia

Professora do programa de pós-graduação stricto sensu em educação da Universidade Católica de Brasília. 

Professora aposentada da rede pública do Distrito Federal - disciplina Francês - língua estrangeira (1989/2015)

Presidente da Federação Brasileira dos Professores de Francês - gestão 2018/2020 

Referências

DUBET, François. Ce qui nous unit. Discriminations, égalité et reconnaissance. Paris : Seuil-La République des Idées, 2016, p. 119.

VAN ZANTEN, Agnès (sous la Direction de). Dictionnaire de l’éducation. Paris: Presses Universitaites de France, 1. ed., 2008.

Publicado

18/10/2019

Como Citar

DAMASCO, D. G. de B. A arte de viver junto. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 14, n. 3, p. 1245–1252, 2019. DOI: 10.21723/riaee.v14i3.12368. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/12368. Acesso em: 28 fev. 2021.

Edição

Seção

Resenhas