Violência doméstica contra o homem: de agressor a agredido

Autores

  • Flávia Saletti Grecco Dotoli Mestranda em Educação Sexual. UNESP – Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Letras. Araraquara – SP – Brasil.
  • Andreza Marques de Castro Leão UNESP – Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Letras - Departamento de Psicologia da Educação – Pós-graduação em Educação Sexual. Araraquara – SP – Brasil. 14800-901

DOI:

https://doi.org/10.21723/riaee.v10i6.8341

Resumo

O presente estudo visa elucidar a existência de denúncias por parte dos homens em situação de violência doméstica, assim como, dar ênfase a negação frente às propostas de intervenções advindas no campo da saúde a partir de notificações compulsórias. Além da análise destas notificações propõe averiguar a presença ou não de políticas públicas voltadas ao acolhimento desta demanda, e de que maneira os vitimados se articularam para a legitimação de direitos no cerne da Violência Doméstica. O percurso metodológico se embasou na pesquisa qualitativa e, dentro disso, o estudo documental. Apesar das denúncias altamente declaradas na rede de saúde na qual cada sujeito foi à procura de seus direitos, observa-se ainda que o silêncio torna-se objeto de defesa do agredido. Deste modo, é preciso a permeabilidade da Lei Maria da Penha para ambos os sexos, e, concomitantemente, fortalecer e construir políticas de prevenção contra a violência em diversos segmentos e atores, sobretudo, por este tema não se esgotar em tempo real uma vez que não há apenas a mulher as margens de um cenário abusivo, mas; igualmente, o homem com suas reservas patriarcais dando ênfase neste recorte.

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Publicado

28/01/2016

Como Citar

DOTOLI, F. S. G.; LEÃO, A. M. de C. Violência doméstica contra o homem: de agressor a agredido. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 10, n. esp2, p. 1641–1660, 2016. DOI: 10.21723/riaee.v10i6.8341. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/8341. Acesso em: 7 mar. 2021.

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