Teaching practice in algorithmic society

implications of generative artificial intelligence in the development of lesson plans

Authors

DOI:

https://doi.org/10.22633/rpge.v30i00.21345

Keywords:

Algorithmic management, Education, Teaching practice, Generative Artificial Intelligence

Abstract

This article examines the implications of algorithmic logic and the use of Generative Artificial Intelligence (GAI) in the development of lesson plans within the context of basic education. It discusses the impact of algorithms on educational management and the risks associated with an uncritical adoption of technology. This qualitative study is based on a bibliographic and documentary review of materials addressing the use of GAI in education. The analysis shows that, although GAI can support the organization of teaching practices, its use requires a critical approach that preserves the autonomy, intentionality, and uniqueness of pedagogical work. It is concluded that, for technological mediation to be effective and ethical, it must remain grounded in the formative principles of education and in listening to students and other educational stakeholders, thereby supporting teaching practice without replacing its reflective and pedagogical dimensions.

 

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

Sarah Galatto Cancillier, Universidade do Extremo Sul Catarinense

University of the Far South of Santa Catarina (UNESC), Criciúma – Santa Catarina (SC) – Brazil. Master’s degree in Education from the Graduate Program in Education.

Juciléia Fontanella, Universidade do Extremo Sul Catarinense

University of the Far South of Santa Catarina (UNESC), Criciúma – Santa Catarina (SC) – Brazil. PhD student in Education in the Graduate Program in Education.

Rafael Rodrigo Mueller, Universidade do Extremo Sul Catarinense

University of the Far South of Santa Catarina (UNESC), Criciúma – Santa Catarina (SC) – Brazil. Professor in the Graduate Program in Education.

References

Alves, P. V. S. (2017). Guia de sobrevivência no mundo VUCA. DOM, 11(32), 62–70.

AprendiZAP. (2022). AprendiZAP Professores. https://aprendizap.com.br

AprendiZAP, & Fundação 1Bi. (2024, 6 de agosto). Conheça a Mari, a assistente virtual do professor. https://www.aprendizap.com.br/post/conhe%C3%A7a-a-mari-a-assistente-virtual-do-professor

Bentes, A. (2019). A gestão algorítmica da atenção: Enganchar, conhecer e persuadir. In Polido, L. Anjos & L. Brandão (Orgs.), Políticas, internet e sociedade (pp. 222–234). IRIS.

Bentes, A. C. F. (2022). O modelo do gancho e a formação de hábitos: Tecnobehaviorismo, capitalismo de vigilância e economia da atenção. Anuario Estudios en Comunicación Social “Disertaciones”, 15(2), 1–19. https://doi.org/10.12804/revistas.urosario.edu.co/disertaciones/a.11342

Bezerra, A. C., & Costa, C. M. (2022). Pele negra, algoritmos brancos: Informação e racismo nas redes sociotécnicas. Liinc em Revista, 18(2), e6043. https://doi.org/10.18617/liinc.v18i2.6043

Brasil. (2018). Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação.

Brasil. (2026). Referencial para desenvolvimento e uso responsáveis de Inteligência Artificial na Educação. Ministério da Educação. http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf

Cechinel, A., & Mueller, R. R. (2022). Gestão algorítmica da docência e educação em tempos de incerteza. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, 17(spe. 2), 1094–1109. https://doi.org/10.21723/riaee.v17iesp.2.16983

Ferreira, D. L., & França, L. C. M. (2014). A história da Internet e a popularização do vídeo. Cadernos do Tempo Presente, (15), 46–56.

Goodfellow, I. J., Pouget-Abadie, J., Mirza, M., Xu, B., Warde-Farley, D., Ozair, S., Courville, A., & Bengio, Y. (2014). Generative adversarial nets. In Z. Ghahramani, M. Welling, C. Cortes, N. Lawrence, & K. Weinberger (Eds.), Advances in Neural Information Processing Systems 27 (pp. 2672–2680). Curran Associates.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2025). Acesso à internet e à televisão e posse de telefone móvel celular para uso pessoal 2024. IBGE.

Lemos, A. (2023). Cibercultura: Tecnologia e vida social na cultura contemporânea (9ª ed.). Sulina.

Libâneo, J. C. (1991). Didática. Cortez.

Manfredi, S. M. (1993). Metodologia do ensino: Diferentes concepções. Unicamp.

Manzano, J. A. N. G., & Oliveira, J. F. (2009). Algoritmos: Lógica para desenvolvimento de programação de computadores (23ª ed.). Érica.

Martins, M. L. (2011). Crise no castelo da cultura: Das estrelas para os ecrãs. Grácio Editor.

Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR [NIC.br]. (2025). TIC Educação 2024: Pesquisa sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação nas escolas brasileiras. Comitê Gestor da Internet no Brasil.

OpenAI. (s.d.). Apresentando o ChatGPT. https://openai.com/index/chatgpt/

Russell, S. J., & Norvig, P. (2020). Artificial Intelligence: A modern approach (4th ed.). Pearson.

Sadin, E. (2020). La inteligencia artificial o el desafío del siglo: Anatomía de un antihumanismo radical (M. Martínez, Trad.). Caja Negra.

Sadin, E. (2024). La vida espectral: Pensar la era del metaverso y las inteligencias artificiales generativas (M. Martínez, Trad.). Caja Negra.

Santa Catarina. (2019). Currículo base da Educação Infantil e do Ensino Fundamental do território catarinense. Secretaria de Estado da Educação.

Santa Catarina. (2026). Redação final do Projeto de Lei nº 359/2024: Institui o Programa de Aprendizagem do Uso Ético da Inteligência Artificial nas Escolas do Estado de Santa Catarina e estabelece outras providências. Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina.

Sousa, H., & Cruz, D. M. (2024). Capacitando educadores com IA generativa: Implicações na educação. In J. Viterbo Filho (Org.), Anais do 35º Simpósio Brasileiro de Informática na Educação (pp. 1931–1941). Sociedade Brasileira de Computação. https://doi.org/10.5753/sbie.2024.242665

Teachy. (2025). Teachy: Inteligência artificial para professores – planos de aula e mais! https://www.teachy.com.br/

Trajano, J. R., & Pinho, A. M. (2024). Interferência das redes sociais na educação através dos algoritmos. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 10(6), 2249–2263. https://doi.org/10.51891/rease.v10i6.14486

Published

01/10/2026

How to Cite

Galatto Cancillier, S., Fontanella, J., & Rodrigo Mueller, R. (2026). Teaching practice in algorithmic society: implications of generative artificial intelligence in the development of lesson plans. Revista on Line De Política E Gestão Educacional, 30(00), e026103. https://doi.org/10.22633/rpge.v30i00.21345