Programación inclusiva
experiencia de enseñanza con estudiantes sordos en la EPES
DOI:
https://doi.org/10.22633/rpge.v29i00.20746Palabras clave:
Computación, Sordera, Accesibilidad, Estudiantes, Metodología de enseñanzaResumen
: Este artículo presenta un relato de una experiencia pedagógica desarrollada en la Escuela de Programación y Emprendimiento de Saquarema (EPES), en colaboración con Casa Brasil, orientada a la inclusión de estudiantes sordos en la enseñanza de programación. El estudio tuvo como objetivo describir y analizar las estrategias pedagógicas empleadas por una instructora/profesora en la enseñanza de programación a adolescentes sordos, destacando las acciones que promovieron la accesibilidad, el compromiso y la equidad en la participación dentro de un contexto de aprendizaje colaborativo. Entre los recursos utilizados, se destacan la personalización de códigos por bloques, la representación manual y la mediación visual de conceptos abstractos, aplicadas en plataformas como Scratch y Thunkable. El análisis evidencia que la inclusión en la enseñanza de programación requiere flexibilidad didáctica, escucha sensible, compromiso con la equidad, formación continua en Lengua de Señas Brasileña (Libras) y la producción de materiales accesibles que amplíen la participación de los estudiantes sordos en prácticas tecnológicas significativas.
Descargas
Citas
Almeida, M. A., & Monteiro, F. O. (2023). O papel do professor de apoio na construção de práticas inclusivas. In E. G. Mendes (Org.), Práticas inclusivas inovadoras no contexto da classe comum: Dos especialismos às abordagens universalistas (1. ed.). Encontrografia. https://doi.org/10.52695/978-65-5456-043-6
Araújo, M. A. N. (2005). A estruturação da linguagem e a formação de conceitos na qualificação de surdos para o trabalho. Psicologia: Ciência e Profissão, 25(2), 240–251. https://doi.org/10.1590/S1414-98932005000200007
Bacich, L., & Moran, J. (2018). Metodologias ativas para uma educação inovadora. Penso.
Bardin, L. (2011). Análise de conteúdo. Edições 70.
Booth, T., & Ainscow, M. (2012). Index para a inclusão: Desenvolvendo a aprendizagem e a participação na escola. Unesco/CSIE. https://proinclusao.ufc.br/wp-content/uploads/2020/05/index-para-a-inclusao.pdf
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. (2008). Política Nacional de Educação Especial. Diário Oficial da União. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/decreto/d12686.htm
Brasil. Conselho Nacional de Saúde. (2016). Resolução nº 510, de 7 de abril de 2016. https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude/pt-br/atos-normativos/resolucoes/2016/resolucao-no-510.pdf/view
Brown, J. S., & Duguid, P. (2017). The social life of information. Harvard Business Review Press.
Chen, K. (2006). Math in motion: Origami math for students who are deaf and hard of hearing. The Journal of Deaf Studies and Deaf Education, 11(2), 262–266. https://doi.org/10.1093/deafed/enj019
Dantas, M. K. N. S., & Guerra, M. J. (2024). Desafios e perspectivas na formação docente para avaliação do aprendizado de estudantes surdos em leitura. In X Congresso Nacional de Educação (Formação de Professores), 3. https://doi.org/10.46943/X.CONEDU.2024.GT01.108
Gil, A. C. (2008). Métodos e técnicas de pesquisa social (6. ed.). Atlas.
Guimarães, U. A., & Cruz, R. C. V. (2021). Os desafios da inclusão de Libras no contexto educacional: Revisão de literatura. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento, 12(2), 75–91. https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/inclusao-de-libras
Jesus, D. M., & Effgen, A. P. S. (2012). Formação docente e práticas pedagógicas: Conexões, possibilidades e tensões. In T. G. Miranda & T. A. Galvão Filho (Orgs.), O professor e a educação inclusiva: Formação, práticas e lugares (pp. 17–24). EDUFBA. https://repositorio.ufba.br/handle/ri/12005
Kenski, V. M. (2012). Educação e tecnologias: O novo ritmo da informação. Papirus.
Lacerda, C. B. F. de. (2006). A inclusão escolar de alunos surdos: O que dizem alunos, professores e intérpretes sobre esta experiência. Cadernos CEDES, 26(69), 163–184. https://doi.org/10.1590/S0101-32622006000200004
Lima, A. O., Damasco, C. A. R., Silva, D. M., & Rodrigues, J. (2025). A educação inclusiva e o papel do professor na mediação pedagógica: Formação e desafios. Ciências da Educação: Pesquisas, Formação de Professores/as e Docência na Educação Básica, 12(3). https://revista.unitins.br/index.php/humanidadeseinovacao/article/view/10735
Lüdke, M., & André, M. E. D. A. (2013). Pesquisa em educação: Abordagens qualitativas (2. ed.). EPU.
Mantoan, M. T. E. (2003). Inclusão escolar: O que é? por quê? como fazer? Moderna.
Marchesi, A. (2004). Da linguagem da deficiência às escolas inclusivas. In C. Coll, A. Marchesi, & J. Palácios, Desenvolvimento psicológico e educação: Necessidades educativas especiais e aprendizagem escolar (Vol. 3). Artmed. https://cinead.org/wp-content/uploads/2021/11/da-linguagem-das-deficiencias-a-educacao-inclusiva.pdf
Minayo, M. C. S. (2014). O desafio do conhecimento: Pesquisa qualitativa em saúde (14. ed.). Hucitec.
Nascimento, S. P. de F. do. (2013). A organização dos morfemas livres e presos em LSB: Reflexões preliminares. In R. M. Quadros, M. Stumpf, & T. A. Leite (Orgs.), Língua de sinais (pp. 65–82). Artmed.
Oliveira, I. A. de. (2004). Saberes, imaginários e representações na educação especial: A problemática ética da “diferença” e da inclusão social (2. ed.). Vozes.
Organização das Nações Unidas. (2015). Transformando nosso mundo: A Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável. https://sc.movimentoods.org.br/agenda-2030/
Quadros, R. M., & Karnopp, L. B. (2004). Língua de sinais brasileira: Estudos linguísticos. Artmed.
Sassaki, R. K. (2010). Inclusão: Construindo uma sociedade para todos (7. ed.). WVA.
Seno, M. P. (2009). A inclusão do aluno com perda auditiva na rede municipal de ensino da cidade de Marília. Psicopedagogia, 26(81), 376–387. https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862009000300005
Strobel, K. L. (2008). Surdos: Vestígios culturais não registrados na história [Tese de Doutorado, Universidade Federal de Santa Catarina]. UFSC Repositório Institucional. http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/91978
Unesco. (2010). Educação: Um tesouro a descobrir – Relatório da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI. Unesco.
Vygotsky, L. S. (1998). A formação social da mente. Martins Fontes.
Yin, R. K. (2016). Pesquisa qualitativa do início ao fim. Penso.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Revista on line de Política e Gestão Educacional

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Manuscritos aceitos e publicados são de propriedade da Revista on line de Política e Gestão Educacional. É vedada a submissão integral ou parcial do manuscrito a qualquer outro periódico. A responsabilidade do conteúdo dos artigos é exclusiva dos autores. É vedada a tradução para outro idioma sem a autorização escrita do Editor ouvida a Comissão Editorial Científica.


