Medicalização da educação e os sentidos do não aprender

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21723/riaee.v15iesp5.14558

Resumo

Profissionais das áreas da Saúde e da Educação, críticos de abordagens medicalizantes, são unânimes em afirmar que tais abordagens descaracterizam e escamoteiam a condição humana, uma vez que decorrem de uma lógica reducionista/determinista focada no indivíduo e, em especial, em sua dimensão orgânica. Se podemos acompanhar um certo consenso, entre tais profissionais, de que essa lógica está comprometida, nacional e internacionalmente, com a gênese de um projeto de “sociedade moderna” edificada sob princípios da produtividade, competitividade e consumo, interessa destacar como, a partir de meados da década de 1980, denúncias acerca de seu caráter segregacionista e discriminatório ganham espaços e passam a circular em vários contextos e instituições.

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Biografia do Autor

Claudia Regina Mosca Giroto, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Marília – SP

Docente no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) e do Departamento de Educação Especial, Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC). Docente no Programa de Pós-Graduação em Educação Escolar (PPGEE), Faculdade de Ciências e Letras (FCLAr/UNESP) – Araraquara. Doutora em Educação (UNESP). Projeto CNPq Processo nº 406241/2016-3.

Ana Paula Berberian, Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), Curitiba – PR

Professora no curso de Graduação em Fonoaudiologia e no Programa de Pós-Graduação em Distúrbios da Comunicação. Doutorado em História (PUC/SP). Apoio Financeiro CNPQ/Produtividade em Pesquisa. Processo nº 306523/2017-5.

Ana Paula de Oliveira Santana, Universidade Federal de Santa Catarina – (UFSC), Florianópolis – SC

Professora Associada no Curso de Fonoaudiologia e da Pós-graduação em Linguística. Doutorado em Linguística (UNICAMP).

Publicado

01/12/2020

Como Citar

GIROTO, C. R. M.; BERBERIAN, A. P.; SANTANA, A. P. de O. Medicalização da educação e os sentidos do não aprender. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 15, n. esp5, p. 2789–2802, 2020. DOI: 10.21723/riaee.v15iesp5.14558. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/14558. Acesso em: 11 maio. 2021.

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