Políticas públicas de gênero-raça e a gestão democrática na educação

Um estudo sobre a gestão escolar da Capital Federal

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21723/riaee.v18i00.16619

Palavras-chave:

Políticas de gênero, Divisão sexual do trabalho, Gestão escolar democrática, Mulheres, Participação Política

Resumo

Democracia, desenvolvimento e políticas de gênero estão ligados às condições de justiça social, previstas na legislação, ainda em construção (BRASIL, 1988, 1996, 2007; CORRÊA, 2018; MADSEN, 2008; OLIVEIRA, 2018; SERPA; PETRY, 2017). A participação política das mulheres é sub-representativa (IBGE, 2018a, 2018b), ainda que sejam maioria da população brasileira (51,7%) e de escolarização superior. Este estudo buscou analisar a divisão sexual e racial do trabalho docente, importantes para relações de poder, assimetrias e democracia (BIROLI, 2018), e a participação política na gestão escolar. Foi realizada pesquisa documental qualitativa dos resultados das eleições escolares na rede pública de ensino da capital brasileira nos últimos 12 anos (2008-2019), em cinco processos eleitorais. Apesar da maioria na categoria, em 76,3% (SEPLAG, 2016), e do crescimento de unidades em 10,8% no período, houve queda de mulheres de 69,7% (2008) para 61,1% (2019). Identificou-se um aumento de diretores declarados pardos, diferentemente da média nacional.

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Biografia do Autor

Gisele Cristine da Silva Dantas, Universidade de Brasília

Doutoranda pelo Departamento de Psicologia Clínica e Cultura.

Carla Sabrina Xavier Antloga, Universidade de Brasília

Professora pelo Departamento de Psicologia Clínica e Cultura. Pós-doutorado (USP).

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Publicado

01/01/2023

Como Citar

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Edição

Seção

Artigos teóricos