Políticas educacionais para a educação básica no Brasil: entre o pleno desenvolvimento e a semiformação

Autores

  • Lucelia Tavares Guimarães UEMS - Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. Paranaíba – MS – Brasil. 79500-000
  • Maria Silvia Rosa Santana UEMS - Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. Paranaíba – MS – Brasil. 79500-000
  • Gabriela Massuia Motta UEMS - Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. Paranaíba – MS – Brasil. 79500-000

DOI:

https://doi.org/10.21723/riaee.v7i2.5390

Resumo

Buscamos com esse artigo suscitar uma análise crítica dos objetivos da educação presentes na Constituição Federal de 1988 e os que estão previstos na LDB 9394/96 esta compreendida como norma infraconstitucional detalha como esses possa estabelecer, vemos que as referidas leis apresentam ambiguidades quando objetivam uma educação que tem como funções preparar para o mundo do trabalho e a prática social, ao mesmo tempo, que deve fornecer condições para o pleno desenvolvimento. É a compreensão desses impasses a que se destina esse artigo. Para tanto, consideramos importante realizarmos uma breve contextualização histórica da evolução do pensamento humano para a constituição do cartesianismo e sua influência no sistema educacional brasileiro, a fim de questionar o impacto dessa perspectiva nas políticas educacionais para, por fim, refletir o sentido de “pleno desenvolvimento” na formação das novas gerações a partir da abordagem histórico-cultural, buscando demonstrar a contradição supracitada.

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Como Citar

GUIMARÃES, L. T.; SANTANA, M. S. R.; MOTTA, G. M. Políticas educacionais para a educação básica no Brasil: entre o pleno desenvolvimento e a semiformação. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 7, n. 2, p. 32–42, 2012. DOI: 10.21723/riaee.v7i2.5390. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/5390. Acesso em: 6 mar. 2021.

Edição

Seção

Artigos