Língua brasileira de sinais - LIBRAS na formação de professores: o que dizem as produções científicas

Autores

  • Suelen Santos Monteiro Pós-Graduação em Educação. UNESP – Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Presidente Prudente – SP – Brasil. 19060-900
  • Jane Aparecida de Souza Santana Pós-Graduação em Educação. UNESP – Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Presidente Prudente – SP – Brasil. 19060-900
  • Renata Portela Rinaldi Pós-Graduação em Educação. UNESP – Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Tecnologia – Departamento de Educação. Presidente Prudente – SP – Brasil. 19060-900
  • Elisa T. M. Schlünzen Departamento de Matemática, Estatística e Computação Pós-Graduação em Educação. UNESP – Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Presidente Prudente – SP – Brasil. 19060-900

DOI:

https://doi.org/10.21723/riaee.v7i4.6292

Resumo

O presente texto tem como ênfase um estudo de levantamento bibliográfico em que articula resultados parciais de duas pesquisas de mestrado, em andamento. Os focos das investigações pautam-se na compreensão do trabalho da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) na Educação Básica e sobre a inserção dela como disciplina obrigatória nos cursos de formação de professores nas licenciaturas. O objetivo é apresentar o resultado do estudo de levantamento bibliográfico que evidencia como tem sido desenvolvido o ensino para pessoas com deficiência auditiva/surdez na educação básica e no ensino superior por meio do uso da LIBRAS, bem como compreender o que dizem as produções sobre a legislação específica para garantia dos direitos dessas pessoas no cenário educacional. A pesquisa foi realizada a partir das produções das Reuniões Anuais da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação – ANPED e do Banco de Teses e Dissertações da CAPES, a partir do ano de 2005. As primeiras análises apontam para a falta de preparação dos professores no que diz respeito à educação da pessoa com deficiência auditiva/surdez, sob a alegação de ainda não possuírem formação adequada para o trabalho pedagógico que atenda efetivamente esse público e, em muitos casos informam não conhecer e não fazer uso da LIBRAS. Tais apontamentos influenciam diretamente na prática pedagógica. Nessa perspectiva, acreditamos que o desafio é pensar na implementação do decreto lei 5.626/2005 para que os cursos de licenciatura preparem melhor os futuros professores, de modo a possibilitar um ensino de melhor qualidade para todos os alunos.

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Como Citar

MONTEIRO, S. S.; SANTANA, J. A. de S.; RINALDI, R. P.; SCHLÜNZEN, E. T. M. Língua brasileira de sinais - LIBRAS na formação de professores: o que dizem as produções científicas. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 7, n. 4, p. 120–128, 2013. DOI: 10.21723/riaee.v7i4.6292. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/6292. Acesso em: 22 abr. 2021.

Edição

Seção

Artigos