As contribuições do dialogismo de Bakhtin e do signo em Umberto Eco para o ensino de língua estrangeira

Autores

  • Sandra Regina Silva Jornalista. UNESP – Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em TV Digital Informação e Conhecimento. UNESP – Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação. Bauru – SP – Brasil.
  • Antonio Francisco Magnoni Doutor em Educação. UNESP – Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Filosofia e Ciências. Pós-doutor. UNQ - Universidad Nacional de Quilmes. Docente do Programa de Pós-Graduação em TV Digital Informação e Conhecimento. UNESP - Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação. Bauru – SP – Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.21723/riaee.v9i4.7414

Resumo

O presente artigo discute o dialogismo em Mikhail Bakhtin e a fundamentação do signo linguístico em Umberto Eco, com a intenção de utilizar os referidos temas e autores, para subsidiar as metodologias de ensino-aprendizado de língua estrangeira (inglês e espanhol) na rede de ensino público paulista. A abordagem conceitual dos dois autores nos permite inferir que o aprendizado de uma língua estrangeira é efetivado pela apropriação de enunciados e de conhecimento cultural, uma concepção pedagógica que confronta o método tradicional utilizado no ensino paulista, que é baseado, principalmente, no ensino de gramática e de léxicos. O artigo deriva da pesquisa teórica utilizada para subsidiar de uma dissertação de mestrado, que levanta e avalia preliminarmente, a integração das salas tradicionais de língua estrangeira nas escolas de ensino público, com ambientes digitais (em cursos on-line), e também os efeitos didático-pedagógicos da utilização de material audiovisual presencial e online.

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Biografia do Autor

Sandra Regina Silva, Jornalista. UNESP – Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em TV Digital Informação e Conhecimento. UNESP – Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação. Bauru – SP – Brasil.

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em TV Digital Informação e Conhecimento - Linha de Pesquisa Educação Assistida, da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP). Possui graduação em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC-UNESP). Tem experiência nas áreas de Comunicação e Educação.

Antonio Francisco Magnoni, Doutor em Educação. UNESP – Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Filosofia e Ciências. Pós-doutor. UNQ - Universidad Nacional de Quilmes. Docente do Programa de Pós-Graduação em TV Digital Informação e Conhecimento. UNESP - Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação. Bauru – SP – Brasil.

Antonio Francisco Magnoni Jornalista, professor do Programa de Pós-Graduação em Televisão Digital: Informação e Conhecimento e das disciplinas Jornalismo Radiofônico e Projetos Experimentais no Departamento de Comunicação Social da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação – FAAC-UNESP de Bauru. É tutor do Grupo PET Interdisciplinar de Rádio e Televisão, dos Cursos de Comunicação e Design da FAAC. É pós-doutorado pela Universidad Nacional de Quilmes, em Indústrias Culturais: análise do projeto Brasil-Argentina de implantação nipo-brasileira de TV Digital; doutorado em Educação pela Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC-UNESP DE Marília, SP). É membro do Conselho Consultivo do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ). É pesquisador na área de Gestão e Políticas de Comunicação, Tecnologia e Educação Cidadã) da UNESP. Tem experiência e atuação profissional em Jornalismo, Radialismo e Educação, nas áreas de Comunicação Educativa e Científica; em Política, Economia e Gestão da Informação em Planejamento e Produção de Comunicação Escrita e Audiovisual.

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Publicado

27/04/2015

Como Citar

SILVA, S. R.; MAGNONI, A. F. As contribuições do dialogismo de Bakhtin e do signo em Umberto Eco para o ensino de língua estrangeira. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 9, n. 4, p. 868–879, 2015. DOI: 10.21723/riaee.v9i4.7414. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/7414. Acesso em: 14 maio. 2021.

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