Aprendizagens e videogames

Leticia Staub Limberger, César Augusto Müller, Maira Meira Pinto

Resumo


A presente pesquisa parte do paradigma da complexidade e problematiza os videogames enquanto objetos técnicos, espaços relacionais abertos, dialógicos e imprevisíveis. Sua imprevisibilidade abre caminhos para explorarmos as dimensões do humano no que se refere ao acoplamento estrutural e à autopoiesis, conceitos essenciais para configurar entendimentos acerca da aprendizagem por meio do uso de videogames. A pesquisa que ora se apresenta tem como aporte metodológico o método cartográfico, que pertence ao presente, e se refere a um processo que está acontecendo, uma ação que está sendo desenvolvida para conhecer uma realidade. A realidade que buscamos configurar/conhecer é a de um grupo de adolescentes de Santa Cruz do Sul e sua relação com os videogames. O texto será narrativo, como forma de dar corporeidade à experiência/vivência que se se produz junto ao grupo.


Palavras-chave


Videogames. Aprendizagem. Paradigma da complexidade. Cartografia.

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DOI: https://doi.org/10.21723/riaee.v11.n3.7852



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Rev. Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, SP, Brasil, e-ISSN: 1982-5587

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