Aprendizagens e videogames

Autores

  • Leticia Staub Limberger Universidade de Santa Cruz do Sul
  • César Augusto Müller
  • Maira Meira Pinto

DOI:

https://doi.org/10.21723/riaee.v11.n3.7852

Palavras-chave:

Videogames. Aprendizagem. Paradigma da complexidade. Cartografia.

Resumo

A presente pesquisa parte do paradigma da complexidade e problematiza os videogames enquanto objetos técnicos, espaços relacionais abertos, dialógicos e imprevisíveis. Sua imprevisibilidade abre caminhos para explorarmos as dimensões do humano no que se refere ao acoplamento estrutural e à autopoiesis, conceitos essenciais para configurar entendimentos acerca da aprendizagem por meio do uso de videogames. A pesquisa que ora se apresenta tem como aporte metodológico o método cartográfico, que pertence ao presente, e se refere a um processo que está acontecendo, uma ação que está sendo desenvolvida para conhecer uma realidade. A realidade que buscamos configurar/conhecer é a de um grupo de adolescentes de Santa Cruz do Sul e sua relação com os videogames. O texto será narrativo, como forma de dar corporeidade à experiência/vivência que se se produz junto ao grupo.

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Publicado

20/10/2016

Como Citar

LIMBERGER, L. S.; MÜLLER, C. A.; PINTO, M. M. Aprendizagens e videogames. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 11, n. 3, p. 1149–1168, 2016. DOI: 10.21723/riaee.v11.n3.7852. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/7852. Acesso em: 25 fev. 2021.

Edição

Seção

Artigos