Relações educacionais: comportamentos do professor de inglês que afetam a motivação do aluno

Autores

  • Girlane Moura Hickmann Pesquisadora do processo de ensino-aprendizagem de idiomas, interações professor/aluno, estilos de liderança de educadores e motivação para aprendizagem. Mestre em Educação. UFPR – Universidade Federal do Paraná. Curitiba – PR – Brasil.
  • Suzane Schmidlin Lohr UFPR – Universidade Federal do Paraná - Departamento de Teorias e Fundamentos da Educação. Curitiba – PR – Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.21723/riaee.v10i3.8096

Resumo

Este artigo é um recorte de uma pesquisa realizada em Curitiba (PR) com 82 alunos e quatro professores de uma escola de línguas ligada a uma universidade publica federal. Partiu-se do pressuposto de que os comportamentos dos professores, ao ministrar suas aulas, poderiam influenciar positiva ou negativamente em algumas variáveis motivacionais dos alunos durante as aulas. O estudo teve como objetivo avaliar o estado e as metas motivacionais do aprendiz e relacionar esses elementos com a forma como os professores conduzem suas aulas. Os dados foram levantados através de entrevistas, aplicação de questionários e da observação direta dos comportamentos emitidos em sala de aula. As análises estatísticas dos dados feitas através dos testes não paramétricos de Kruskal-Wallis e Tukey apontaram para os seguintes resultados: 1) Quanto maior era a responsividade do professor maiores eram a Atitude positiva dos alunos em relação ao curso e a Adoção de Metas de Aprendizagem Orientadas tanto para o Desempenho Pessoal como pelo Meio; 2) Quanto mais estratégias aversivas o professor usava em sala de aula maior era a Adoção de Metas de Aprendizagem Orientadas para o Desempenho Pessoal; 3) Quanto maior é a Exigência e o Controle Aversivo, mais ansioso ficou o aluno.

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Publicado

06/10/2015

Como Citar

Hickmann, G. M., & Lohr, S. S. (2015). Relações educacionais: comportamentos do professor de inglês que afetam a motivação do aluno. Revista Ibero-Americana De Estudos Em Educação, 10(3), 857–873. https://doi.org/10.21723/riaee.v10i3.8096

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