Escola, discurso e adolescência masculina

Autores

  • Welson Barbosa Santos Estudante pesquisador-diversidade em Educação. UFSCAR - Universidade Federal de São Carlos – Pós-Graduação em Educação. São Carlos – SP – Brasil. 13565-905. Pesquisador do Laboratório de estudos Discursivos Foucaultianos. UFU - Universidade Federal de Uberlândia. Uberlândia – MG – Brasil. 38408-100
  • Nilson Fernandes Dinis UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas. Pós-Graduação em Educação. Campinas – SP – Brasil. 13083-970. Realizou estágios de pós-doutorado em Educação na Universidade Estadual de Campinas, na York University-Canadá e na University of British Columbia-Canadá. Professor associado. UFSCAR - Universidade Federal de São Carlos. São Carlos – SP – Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.21723/riaee.v10i3.8102

Resumo

Fundamentada no conceito de que masculinidades são submetidas a uma trama de discursos, de saber e de relações de poder, processos que impõem verdades assujeitadoras, esta discussão tem como objetivo contribuir para que a docência supere vícios históricos cometidos nesse campo do saber. Inscritas por meio de experiências culturais, as masculinidades têm sido edificadas pelo discurso e através de relações sociais em espaços como a escola e a internet. Nesse caminho, o pressuposto aqui assumido é de que masculinidades hegemônicas são fortalecidas ao colocar as demais masculinidades na condição de subalternas ou clandestinas. Quanto aos métodos, como parte de uma discussão de Doutorado, ele se sustenta nos conceitos de discursos propostos por Michel Foucault. A pesquisa envolveu 17 sujeitos, foi usada uma página de relacionamento virtual para o acesso às falas dos participantes e isso possibilitou sinalizar a forma como discursos são disseminados, incidem sobre o masculino e buscam ajustá-lo a norma.

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Publicado

06/10/2015

Como Citar

SANTOS, W. B.; DINIS, N. F. Escola, discurso e adolescência masculina. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 10, n. 3, p. 965–985, 2015. DOI: 10.21723/riaee.v10i3.8102. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/8102. Acesso em: 3 mar. 2021.

Edição

Seção

Artigos