O tratamento aos mutantes como alegoria da patologização de sujeitos de gêneros não-inteligíveis: uma leitura a partir das hq dos x-men

Fábio Mahal da Silva Gonçalves, Fábio Tadeu Reina, Ranyella Cristina de Siqueira, Marco Aurélio de Carvalho

Resumo


As personagens das histórias em quadrinhos têm ganhado notoriedade ao se transpor ao mundo do cinema e da TV, em especial os X-men. Com grande potencial de reproduzir percepções e concepções sobre os mais variados aspectos da vida humana, as HQ têm servido como pano de fundo para reflexões sobre questões socioculturais e morais. Tendo como fonte de pesquisa as edições de 1 a 6 do arco Superdotados da revista Os Surpreendentes X-men, relacionaremos a patologização dos mutantes da HQ como alegoria à patologização de minorias sexuais, oferecendo material para reflexão e trabalho pelo respeito à diversidade sexual. Entendendo a oferta de uma cura mutante como alegoria da cura gay, desvelaremos a alegoria subjacente na condição das personagens e sua luta contra a patologização da condição de mutante relacionando à mesma situação com os ditos gêneros não-inteligíveis.


Palavras-chave


Gênero não-inteligível; Educação sexual; Diversidade sexual.

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DOI: https://doi.org/10.22633/rpge.v24i1.13058



Rev. on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, SP, Brasil, e-ISSN: 1519-9029

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