Sistematización de experiencias didácticas en los primeros años de la Educación Básica a la luz de la teoría de la cognición distribuida y de la teoría de la actividad

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22633/rpge.v30i00.21221

Palabras clave:

Experiencias didácticas, Cognición distribuida, Actividad, Primeros años

Resumen

Este artículo analiza cómo organizar experiencias didácticas fundamentadas en la Teoría de la Actividad (Leontiev, 2014; Vigotsky, 2021) y en la Cognición Distribuida (Cole y Engeström, 1993; Pea, 1993) en los primeros años de la Educación Primaria. Se trata de una investigación teórica que examina cómo la sistematización de estas experiencias puede respaldar prácticas pedagógicas basadas en múltiples interacciones y en el aprendizaje colectivo. Los resultados identificaron cinco elementos centrales: organización del ambiente (Pea, 1993), motivo (Leontiev, 2014; Asbahr, 2014; Medeiros, 2021), roles del docente y del estudiante (Vigotsky, 1998, 2010; Moraes y Lima, 2017), interacción con artefactos mediadores (Vigotsky, 1998; Moraes, 2017; Salomon, 1993) y dinámica de la actividad (Cole y Engeström, 1993; Leontiev, 2014; Moraes, 2017). Se concluye que la sistematización intencional de estos elementos favorece experiencias que promueven la cognición distribuida, valorando la colectividad, la diversidad cultural y las interacciones entre sujetos, artefactos, cultura e historia, ampliando las oportunidades de aprendizaje significativo.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

João Victor da Silva, Universidade Estadual de Londrina

Universidade Estadual de Londrina (UEL), Londrina – Paraná (PR) – Brasil. Doctorando en Educación en el Programa de Posgrado en Educación (PPEdu/UEL).

Dirce Aparecida Foletto de Moraes, Universidade Estadual de Londrina

Universidade Estadual de Londrina (UEL), Londrina – Paraná (PR) – Brasil. Doctora en Educación por la Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP). Profesora y vicecoordinadora del Programa de Posgrado en Educación (PPEdu/UEL).

Renata Melissa Boschetti Cabrini, Universidade Estadual de Londrina

Universidade Estadual de Londrina (UEL), Apucarana – Paraná (PR) – Brasil. Magíster en Educación del Programa de Posgrado en Educación (PPEdu/UEL).

Citas

Asbahr, F. S. F. (2014). Sentido pessoal, significado social e atividade de estudo: Uma revisão teórica. Psicologia Escolar e Educacional, 18(2), 265–272. https://doi.org/10.1590/2175-3539/2014/0182744

Cabrini, R. M. B. (2024). Saberes e práticas docentes: Uma experiência com gamificação na educação básica [Dissertação de mestrado, Universidade Estadual de Londrina]. Repositório Institucional UEL. https://repositorio.uel.br/handle/123456789/18374

Cole, M., & Engeström, Y. (1993). A cultural-historical approach to distributed cognition. In G. Salomon (Ed.), Distributed cognitions: Psychological and educational considerations (pp. 1–46). Cambridge University Press.

Costa Júnior, J. F., Oliveira, C. C., Sousa, F. F., Santos, K. T., Silva, M. I., Gomes, N. C., Torres Júnior, J. H., & Amorim, T. F. (2023). Os novos papéis do professor na educação contemporânea. Revista Brasileira de Ensino e Aprendizagem, 6, 124–149.

Daniels, H. (2011). Vygotsky e a pesquisa. Loyola.

Engeström, Y. (2001). Expansive learning at work: Toward an activity theoretical reconceptualization. Journal of Education and Work, 14(1), 133–156. https://doi.org/10.1080/13639080020028747

Ferreira, E. R., & Moraes, D. A. F. (2024). Sequência didática mediada pelas tecnologias digitais para potencializar a produção escrita nos anos iniciais. Caderno Seminal, 50, 175–202. https://doi.org/10.12957/seminal.2024.83902

Gasparin, J. L. (2012). Uma didática para a pedagogia histórico-crítica (5ª ed.). Autores Associados.

Hutchins, E. (1995). Cognition in the wild. MIT Press.

Karasavvidis, I. (2002). Distributed cognition and educational practice. Journal of Interactive Learning Research, 13(1), 11–29.

Lalueza, J. L., & Camps, I. C. S. (2010). As tecnologias da informação e da comunicação e os processos de desenvolvimento e socialização. In C. Coll & C. Monereo (Orgs.), Psicologia da educação virtual: Aprender e ensinar com as tecnologias da informação e da comunicação (N. Freitas, Trad., pp. 47–65). Artmed.

Leontiev, A. N. (2014). Atividade. Consciência. Personalidade (M. J. Sousa e Silva, Trad.). Marxists Internet Archive.

Libâneo, J. C. (2018). Didática (2ª ed.). Cortez.

Marestone, A. R., & Franco, S. A. P. (2024). Proposta didática para práticas com leitura literária nos anos iniciais: À luz da teoria da atividade de estudo. Obutchénie, 8, e2024-44. https://doi.org/10.14393/OBv8.e2024-44

Marx, K., & Engels, F. (2007). A ideologia alemã: Crítica da mais recente filosofia alemã em seus representantes Feuerbach, B. Bauer e Stirner, e do socialismo alemão em seus diferentes profetas (L. C. Martorano, N. Schneider, & R. Enderle, Trads.). Boitempo.

Medeiros, S. M. A. (2021). A teoria da atividade em Vygotsky, Leontiev e Engeström: Os fundamentos da aprendizagem expansiva. HISTEDBR On-line, 21, e021051. https://doi.org/10.20396/rho.v21i00.8657702

Mészáros, I. (2008). A educação para além do capital (2ª ed., I. Tavares, Trad.). Boitempo.

Moraes, D. A. F. (2017). Os processos formativos de estudantes universitários paranaenses e suas relações com os artefatos digitais: Uma proposta de mediação didática colaborativa baseada na cognição distribuída [Tese de doutorado, Universidade Estadual Paulista]. Repositório Institucional UNESP. https://repositorio.unesp.br/handle/11449/151745

Moraes, D. A. F., & Lima, C. M. (2017). A reconstrução da prática docente: Reflexos da intervenção em uma experiência didática. Profissão Docente, 17(36), 55–65. https://doi.org/10.31496/rpd.v17i36.1107

Moreira, A. F. (2007). Ambientes de aprendizagem no ensino de ciência e tecnologia. CEFET-MG.

Pea, R. (1993). Practices of distributed intelligence and designs for education. In G. Salomon (Ed.), Distributed cognitions: Psychological and educational considerations (pp. 47–87). Cambridge University Press.

Rays, O. A. (2011). Pressupostos teóricos para o ensino da didática. In V. M. Candau (Org.), A didática em questão (32ª ed., pp. 43–52). Vozes.

Ruiz, M. J. F. (2010). Trabalho coletivo na escola pública: Contribuições pedagógicas de Anton Semionovitch Makarenko. Org & Demo, 9(1/2), 223–240. https://doi.org/10.36311/1519-0110.2008.V9n1/2.62

Salomon, G. (Ed.). (1993). Distributed cognitions: Psychological and educational considerations. Cambridge University Press.

Santos, E. R. (2024). Desinteresse escolar: Revisão de literatura (2007–2021) em teses, dissertações e artigos de periódicos da América Latina. Revista Brasileira de Educação, 29, e290078. https://doi.org/10.1590/S1413-24782024290078

Saviani, D. (2014). História das ideias pedagógicas no Brasil (4ª ed.). Autores Associados.

Saviani, D. (2021). Pedagogia histórico-crítica: Primeiras aproximações (12ª ed.). Autores Associados.

Vieira, V. D., Mello, D. E., & Moraes, D. A. F. (2023). Colaboração entre crianças com uso de tecnologias digitais: Uma experiência a partir da teoria da cognição distribuída. Thema, 22(2), 626–641. https://doi.org/10.15536/thema.V22.2023.626-641.3270

Vigotski, L. S. (2010). Psicologia pedagógica (3ª ed., P. Bezerra, Trad.). WMF Martins Fontes.

Vigotski, L. S. (2021). História do desenvolvimento das funções mentais superiores (S. C. Afeche, Trad.). WMF Martins Fontes.

Publicado

23/07/2026

Cómo citar

Silva, J. V. da, Moraes, D. A. F. de, & Cabrini, R. M. B. (2026). Sistematización de experiencias didácticas en los primeros años de la Educación Básica a la luz de la teoría de la cognición distribuida y de la teoría de la actividad. Revista on Line De Política E Gestão Educacional, 30(00), e026065. https://doi.org/10.22633/rpge.v30i00.21221

Artículos más leídos del mismo autor/a