Ignacio Martin-Baró, violencia epistémica, procesos de subjetivación y de colonialidad en la escuela
DOI:
https://doi.org/10.22633/rpge.v30i00.20947Palabras clave:
Memorias, Emancipación, Descolonialidad, Escuela, IdentidadResumen
El texto analiza la violencia epistémica desde el fatalismo, examinando cómo los procesos de subjetivación están moldeados por las colonialidades. Se argumenta que el fatalismo refleja esta violencia, especialmente cuando se analiza desde la interseccionalidad y los procesos psicosociales que estructuran las identidades. A partir de una revisión narrativa, se problematiza cómo el (re)conocimiento de las colonialidades influye en las experiencias subjetivas en contextos marcados por el silenciamiento y la lógica neoliberal. Los cambios sociales exigen una reflexión crítica sobre los discursos que afirman las identidades, pero también restringen la autonomía. Así, el texto propone la construcción de nuevas narrativas y significados cotidianos que enfrenten las tensiones del neoliberalismo y promuevan la libertad, la autonomía y la justicia epistémica. Se destaca la importancia de los espacios que permiten la acción y la expresión, especialmente la escuela, como escenario para prácticas que rompan con la violencia epistémica y amplíen las posibilidades de existencia.
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