Amefricanidad como categoría política, epistémica y estética
DOI:
https://doi.org/10.22633/rpge.v30i00.20963Palabras clave:
Amefricanidad, Colonialidad del poder, Epistemologías del Sur, Feminismo negro, Estética amefricanaResumen
Este artículo analiza la Amefricanidad como categoría política, epistémica y estética a partir de la obra de Lélia Gonzalez. Metodológicamente, se trata de una investigación cualitativa, teórico-bibliográfica e interpretativa. La investigación se fundamenta en el análisis conceptual de la producción intelectual de Gonzalez, en diálogo con debates sobre colonialidad del poder, geopolítica del conocimiento, racismo, blanqueamiento, mestizaje y mito de la democracia racial. Se destaca el lenguaje como campo de disputa, especialmente por medio de la noción de pretuguês, así como el reconocimiento de prácticas artísticas, religiosas y literarias como archivos vivos de la diáspora. Se concluye que la Amefricanidad permanece vigente como clave analítica para interpretar desigualdades, resistencias y producciones culturales en el Sur Global.
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