Evaluación, autonomía docente y curricularización
retos en la Educación Superior
DOI:
https://doi.org/10.22633/rpge.v30i00.21013Palabras clave:
Evaluación, Educación Superior, Autonomía docente, CurricularizaciónResumen
Se discute la evaluación docente en la educación superior, en el contexto de la curricularización de la extensión universitaria. Se utiliza una revisión bibliográfica sobre las condiciones de la organización del trabajo académico, en lo que respecta a la planificación e implementación de acciones. Los resultados indican que las influencias del modelo universitario operacional imponen la prevalencia del paradigma curricular técnico-lineal, de instrumentalización para el mercado de trabajo, en detrimento del énfasis en la investigación orientada a la solución de problemas sociales integrales y al desarrollo sustentable, algo que se logra ampliando el diálogo con la sociedad. Enfrentar las imposiciones ultraliberales requiere respeto a la autonomía docente y acción para establecer el paradigma curricular crítico-emancipador.
Descargas
Citas
Afonso, A. J. (2012). Para uma conceptualização alternativa de accountability em educação. Educação & Sociedade, 33(119), 471–484. https://doi.org/10.1590/S0101-73302012000200008
Aguiar, D. C. V., & Barguil, P. M. (2024). Autonomia e docência no cotidiano escolar sobralense: Efeitos da accountability. Estudos em Avaliação Educacional, 35, e10373. https://doi.org/10.18222/eae.v35.10373
Ball, S. J. (2002). Reformar escolas/reformar professores e os terrores da performatividade. Revista Portuguesa de Educação, 15(2), 3–23.
Ball, S. J. (2005). Profissionalismo, gerencialismo e performatividade. Cadernos de Pesquisa, 35(126), 539–564.
Bandeira, H. M. M., & Marques, E. S. A. (2023). Planejamento colaborativo: Necessidade e possibilidade no trabalho docente no Ensino Superior. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, 18, e023028. https://doi.org/10.21723/riaee.v18i00.16173
Brasil. (1988). Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Presidência da República. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm
Brasil. (2014). Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Diário Oficial da União. https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2014/lei-13005-25-junho-2014-778970-publicacaooriginal-144468-pl.html
Brasil. (2018). Resolução nº 7, de 18 de dezembro de 2018. Estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação – PNE 2014–2024 e dá outras providências. Diário Oficial da União, 49–50.
Carcanholo, R. A. (2010). Interpretações sobre o capitalismo atual. Antítese, 8, 7–28.
Contreras, J. (2012). Autonomia de professores. Cortez.
Duarte, N. (2016). Limites e contradições da cidadania na sociedade capitalista. Pro-Posições, 21(1), 75–87.
Fontenele, I. C. (2024). A curricularização da extensão no Brasil: História, concepções e desafios. Katálysis, 27, e97067. https://doi.org/10.1590/1982-0259.2024.e97067
Freitas, L. C. (2018). A reforma empresarial da educação: Nova direita, velhas ideias. Expressão Popular.
Garcia, A. V., & Hillesheim, J. (2017). Pobreza e desigualdades educacionais: Uma análise com base nos Planos Nacionais de Educação e nos Planos Plurianuais Federais. Educar em Revista, 2(spe.), 131–147.
Gil, A. C. (2019). Métodos e técnicas de pesquisa social (7. ed.). Atlas.
Koslinski, M. C., Ribeiro, E., & Oliveira, L. X. (2017). Indicadores educacionais e responsabilização escolar: Um estudo do "Prêmio Escola Nota Dez". Estudos em Avaliação Educacional, 28(69), 804–846. https://doi.org/10.18222/eae.v28i69.4087
Laval, C. (2019). A escola não é uma empresa: O neoliberalismo em ataque ao ensino público. Boitempo.
Luckesi, C. C. (2017). Avaliação da aprendizagem no ensino superior. In I. C. A. Pereira & M. J. Pinho (Orgs.), Perspectivas da formação docente: O programa Parfor em foco (pp. 83–94). EDUFT.
Marques, G. C. N., & Stallivieri, L. (2024). Estratégias práticas para a curricularização da extensão. E-Curriculum, 22, e53360. https://doi.org/10.23925/1809-3876.2024v22e53360
Miguel, J. C. (2023). A curricularização da extensão universitária no contexto da função social da universidade. Práxis Educacional, 19(50), e11534. https://doi.org/10.22481/praxisedu.v19i50.11534
Novaes, H. T. (2022). Da universidade necessária à universidade para além do capital. Lutas Anticapital.
Oliva, G., & Silva, F. P. (2012). Ciência e inovação. Revista USP, 93, 59–68. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.v0i93p59-68
Pires, F. T., & Gomes, S. S. (2024). Avaliação de desempenho docente na Educação Superior: Uma análise da produção acadêmica dos últimos dez anos. Educação, 49(1), e52. https://doi.org/10.5902/1984644471799
Ribeiro, M. R. F., Mendes, F. F. F., & Silva, E. A. (2018). Curricularização da extensão em prol de uma universidade socialmente referenciada. Conexão, 14(3), 334–342. https://doi.org/10.5212/Rev.Conexao.v.14.i3.0004
Thiollent, M. (2022). Construção do conhecimento e metodologia da extensão. In M. Thiollent, S. Imperatore, & S. R. M. Santos (Orgs.), Extensão universitária: Concepções e reflexões metodológicas (pp. 37–47). CRV.
Trevisol, J. V., & Garmus, R. (2021). O princípio da autonomia na universidade brasileira: Sentidos em disputa. Revista Brasileira de Política e Administração da Educação, 37(1), 307–326. https://doi.org/10.21573/vol37n12021.105947
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Revista on line de Política e Gestão Educacional

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Manuscritos aceitos e publicados são de propriedade da Revista on line de Política e Gestão Educacional. É vedada a submissão integral ou parcial do manuscrito a qualquer outro periódico. A responsabilidade do conteúdo dos artigos é exclusiva dos autores. É vedada a tradução para outro idioma sem a autorização escrita do Editor ouvida a Comissão Editorial Científica.


