Uso de objeto educacional digital na perspectiva da educação especial: relato de uma prática pedagógica

Autores

  • Adriana Garcia Gonçalves Departamento de Psicologia, Curso de Licenciatura em Educação Especial e do Programa de Pós-Graduação em Educação Especial - PPGEEs da Universidade Federal de São Carlos - UFSCar http://orcid.org/0000-0002-5725-2001
  • Alessandra Daniele Messali Picharillo Licenciada em Educação Especial pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCar
  • Mariana Cristina Pedrino Pedagoga do Curso de Licenciatura em Educação Especial, Universidade Federal de São Carlos – UFSCar

DOI:

https://doi.org/10.22633/rpge.v21.n.esp3.2017.10051

Palavras-chave:

Educação especial. Objeto educacional. Software. Ensino e aprendizagem.

Resumo

O presente estudo teve como objetivo descrever uma experiência de utilização de um software educativo para todos os alunos e, especialmente, para aluno com Transtorno do Espectro Autista matriculado em sala comum da educação infantil. Foi realizado uma pesquisa no Banco internacional de Objetos Educacionais no link acerca da Educação Infantil, em que foi feita a escolha pelo software denominado JClic para a realização da atividade pedagógica. A atividade foi realizada em uma sala comum na educação infantil com vinte e dois alunos na faixa etária entre quatro e cinco anos e que havia dois alunos com maior dificuldade de comunicação, sendo o aluno G. diagnosticado com autismo e o aluno M. com dificuldades de comunicação na forma oral. Os dados obtidos foram analisados de forma qualitativa tendo como base a observação e registro realizados pela pesquisadora e seguindo a metodologia de relato de estudos de caso. O software JClic, como objeto de aprendizagem, foi utilizado neste estudo, porém, é de extrema importância relatar que a prática pedagógica, mediada pelo professor, potencializou e contribuiu para expressividade e criatividade de alunos matriculados na educação infantil, especialmente para aqueles com dificuldades de comunicação, como no caso o aluno com TEA.

Biografia do Autor

Adriana Garcia Gonçalves, Departamento de Psicologia, Curso de Licenciatura em Educação Especial e do Programa de Pós-Graduação em Educação Especial - PPGEEs da Universidade Federal de São Carlos - UFSCar

Departamento de Psicologia, Curso de Licenciatura em Educação Especial e do Programa de Pós-Graduação em Educação Especial - PPGEEs da Universidade Federal de São Carlos - UFSCar

Alessandra Daniele Messali Picharillo, Licenciada em Educação Especial pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCar

Licenciada em Educação Especial pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCar

Mariana Cristina Pedrino, Pedagoga do Curso de Licenciatura em Educação Especial, Universidade Federal de São Carlos – UFSCar

Pedagoga do Curso de Licenciatura em Educação Especial, Universidade Federal de São Carlos – UFSCar

Referências

AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION, Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM 5. Porto Alegre, RS: Artmed, 2014.

AUDINO, D. F.; NASCIMENTO, R. da S. Objetos de aprendizagem – Diálogos entre conceitos e uma nova proposição aplicada à Educação. Revista Contemporânea de Educação, Rio de Janeiro, vol. 5, n. 10, p. 128-148, jul/dez 2010.

BRASIL. Ministério de Educação e do Desporto. Referencial curricular nacional para educação infantil. Brasília, DF: MEC, vol. 1, 1998.

BRASÍLIA (DF). Decreto nº 7.611 de 17 de novembro de 2011. Dispõe sobre a Educação Especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 18 de novembro de 2011- Edição Extra.

GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2010.

LÜDKE, M; ANDRÉ, M. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EDU, 1986. CAp. 1 a 4 (p. 1-53)

MATOS, S.N.; MENDES, E.G. A proposta de inclusão escolar no contexto nacional de implementação das políticas educacionais. Práxis educacional, Vitória da Conquista, v. 10, n. 16, p. 35-59, jan-jun. 2014.

OLIVEIRA, V.B. (org). O brincar e a criança do nascimento aos seis anos. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.

PEDRO, K. M. Softwares educativos para alunos com deficiência intelectual: planejamento e utilização. 2012. 98f. Dissertação Mestrado em Educação, Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista, Marília.

UNESCO. Declaração de Salamanca. Sobre Princípios, Políticas e Práticas na Área das Necessidades Educativas Especiais. Espanha, 1994.

Downloads

Publicado

01/12/2017

Como Citar

Gonçalves, A. G., Picharillo, A. D. M., & Pedrino, M. C. (2017). Uso de objeto educacional digital na perspectiva da educação especial: relato de uma prática pedagógica. Revista on Line De Política E Gestão Educacional, 1726–1735. https://doi.org/10.22633/rpge.v21.n.esp3.2017.10051