Relatos de experiências de extensionistas
contribuições para a formação em escolas do mundo rural
DOI:
https://doi.org/10.22633/rpge.v29i00.19935Palavras-chave:
Extensão Universitária, Rural, Educação do CampoResumo
Em síntese, este ensaio apresenta uma pesquisa sobre as contribuições das ações de extensão realizadas por uma equipe da Universidade Federal da Paraíba. O estudo enfoca, particularmente, a relevância dessas ações no processo de formação de docentes e discentes de um curso de Graduação em Pedagogia, com base em registros obtidos durante intervenções voltadas para profissionais da educação e/ou estudantes de turmas multisseriadas. Ressalta-se que este artigo também se apoia em dados coletados no desenvolvimento de um Trabalho de Conclusão de Curso. A fundamentação teórica foi construída a partir de autores como Caldart, Melo e Freire, entre outros. A pesquisa, de natureza qualitativa e exploratória, utilizou análise documental e se baseou em experiências vivenciadas em ações extensionistas. Concluiu-se que a extensão constitui uma oportunidade enriquecedora para o compartilhamento de informações essenciais, contribuindo para a construção de conhecimentos fundamentais no processo de formação.
Downloads
Referências
ALVES, A. S; SANTOS, S. S; CRUZ, P. J. Caminhos e desafios da articulação de projetos de extensão orientados pela Educação Popular: reflexões com base em experiência na Universidade Federal da Paraíba. Rev. Ed. Popular, Uberlândia, v. 17, n. 3, p. 43-54, set./dez. 2018.
BRASIL. Ministério de Educação e Cultura. LDB - Lei nº 9394/96, de 20 de dezembro de 1996.
BUVINICH, M.; CARVALHO, B.; GUERRA, L. Entendendo a Extensão. Extensão na UFPB. 2011.
CALDART, R. S. Sobre Educação do Campo. In: SANTOS, C. A. dos. Campo: campo- políticas públicas – Educação. Brasília: Incra; MDA, 2008 (Coleção Por uma Educação do Campo, n. 7).
CAVALCANTI, A. L. L. A; FRANÇA-CARVALHO, A. D. Formação do professor do campo: O Estágio Supervisionado no curso de licenciatura em educação do campo/ciências da natureza, do CAFS/UFPI. Cadernos Cajuína, v. 5, n. 3, 2020. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/33153/pdf Acesso em: 20 fev. 2023.
CRUZ, P. J. S. C. Extensão popular: situando a extensão universitária orientada pela educação popular. In: CRUZ, P. J. S. C. et al. (Org). Extensão popular: Caminhos em construção. João Pessoa: CCTA, 2017. p. 20-22.
DALBEN, A. I. L. F. Concepções de formação continuada de professores. In: FÓRUM PERMANENTE DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES, 2004.
FONSECA, J. J. S. Metodologia da pesquisa cientifica. 2002. Disponível em https://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&lr=&id=oB5x2SChpSEC&oi=fnd&pg=PA4&dq=FONSECA,+J.J.S.+Metodologia+da+pesquisa+cientifica&ots=OSRZ0rfkl5&sig=h7A4iliVi_yTBtgViuabUqU8joE#v=onepage&q&f=false Acesso em: 20 jan. 2024
FREIRE, P. Extensão e comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1977.
FREIRE, P. Extensão ou comunicação? 4. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
FREIRE, P. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2013.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 59. ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra, 2019.
GRUPO DE ESTUDO E PESQUISA EM EDUCAÇÃO, ETNIAS E ECONOMIA SOLIDÁRIAS (GEPEEES). I Seminário Internacional do Núcleo de Extensão Multidisciplinar para o Desenvolvimento Rural (NEMDR) - Bananeiras (Campus III da UFPB). 2023. Disponível em: http://www.ccae.ufpb.br/gepeees/index.php/19-gepeees/news/147-i-seminario-internacional-do-nucleo-de-extensao-multidisciplinar-para-o-desenvolvimento-rural-nemdr-bananeiras-campus-iii-da-ufpb Acesso em: 27 out. 2023.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
IDE, S. M. O jogo e o fracasso escolar. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 14. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
LA TAILLE, Y. de. Moral e Ética Dimensões Intelectuais e Afetivas. Porto Alegre: Artmed, 2006.
LIMA, F. A et al. Formação continuada com professores do campo: relatos do I Seminário do Núcleo de Extensão Multidisciplinar para o Desenvolvimento Rural – NEMDR. (CCHSA/UFPB) 2011. Educação do Campo: relatos de experiências/Eduardo Lopes da Silva. João Pessoa: Editora UFPB, 2013.
MELO, J. F. de. Extensão popular. João Pessoa: Editora da UFPB, 2014.
MINAYO, M. C. de S. (org.). Pesquisa Social. Teoria, método e criatividade. 18 ed. Petrópolis: Vozes, 2001.
MUSSI, R. F. de F.; FLORES, F. F.; ALMEIDA, C. B. de. Pressupostos para a elaboração de relato de experiência como conhecimento científico. Práxis Educacional, Vitória da Conquista, v. 17, n. 48, p. 60-77, 2021. DOI: 10.22481/praxisedu.v17i48.9010. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/9010. Acesso em: 10 junho. 2023.
PACHELO, L. M. D.; PIOVESAN, J. Educação do Campo: desafios e perspectivas para a formação docente. Revista de Ciências Humanas, Santa Catarina, v. 15, n. 24, 2014.
SÁ-SILVA, J. R.; ALMEIDA, C. D.; GUIDANI, J. F. Pesquisa documental: pistas teóricas e metodológicas. Revista Brasileira de História & Ciências Sociais, São Leopoldo, v.1, n.1, p.2. jul. 2009.
SILVA, M. M. R. da. Turmas multisseriadas: desafios e a realidade da Educação no campo. Universidade Federal de Alagoas. Maceió, 2022.
SILVEIRA, R. S; BARONE, D. A. C. Jogos educativos computadorizados utilizando a abordagem de algoritmos genéticos. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de informática. Curso de Pós-graduação em Ciências da Computação, 1998.
UFPB, PROEX. XXIV ENEX – Programação Geral – Campus I, 2023. Disponível em: https://drive.ufpb.br/s/PjfxC2sa2ZgnAof. Acesso em: 04 fev. 2024.
VOLPATO, G. Jogo, brincadeira e brinquedo: usos e significados no contexto escolar e familiar. Florianópolis: Cidade futura, 2002.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Revista on line de Política e Gestão Educacional

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
Manuscritos aceitos e publicados são de propriedade da Revista on line de Política e Gestão Educacional. É vedada a submissão integral ou parcial do manuscrito a qualquer outro periódico. A responsabilidade do conteúdo dos artigos é exclusiva dos autores. É vedada a tradução para outro idioma sem a autorização escrita do Editor ouvida a Comissão Editorial Científica.


