Estado, políticas sociales y pedagogía histórica crítica
DOI:
https://doi.org/10.22633/rpge.v25i2.15327Palabras clave:
Educación, Escuelas públicas, Crítica al capitalismoResumen
El artículo pretende reflexionar e intervenir en el debate sobre las posibilidades de actuación de los socialistas en la escuela pública de la sociedad capitalista con una perspectiva crítica pero propositiva. Para ello, reflexiona sobre el carácter de clase del Estado y por extensión de sus políticas públicas, el carácter histórico de la educación, así como su carácter específicamente humano, y, finalmente, el carácter contradictorio de la escuela pública en la sociedad capitalista, que al mismo tiempo que reproduce la ideología burguesa, enuncia la universalización de la educación y la socialización del conocimiento. El resultado de esa reflexión es una posición a favor de la intervención pedagógica dentro de la escuela pública en defensa de la enseñanza de los conocimientos más desarrollados, de una formación humana omnilateral que sea el resultado de la ruptura con la alienación de los individuos y de la sociedad, y de la afirmación de la necesidad de superar el capitalismo y construir el socialismo. Estas posiciones remiten a la Pedagogía Histórica Crítica.
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