Altas habilidades/superdotação e deficiência visual: duplicidade de necessidades educacionais especiais

Autores

  • Rosemeire de Araújo Rangni Universidade Federal de São Carlos image/svg+xml
  • Ailton Barcelos da Costa Universidade Federal de São Carlos image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.21723/riaee.v11.n4.7387

Palavras-chave:

Educação Especial. Superdotação. Cegueira.

Resumo

A Educação Especial no Brasil é evidenciada, historicamente, à atenção aos indivíduos com deficiência. Os estudantes com alto potencial estão nas escolas, porém, com pouca visibilidade e reconhecimento. Infere-se que os estudantes em condição de altas habilidades/superdotação e deficiência são menos contemplados pelos serviços especiais. Este artigo objetiva revisar publicações sobre a duplicidade de necessidades educacionais especiais (DNEE), talento e deficiência visual, no período de 2002 a 2012, como também, considerar conceitos sobre talento e deficiência visual e refletir sobre a DNEE. Os métodos Bibliográfico e Documental foram usados para a realização da pesquisa. Procedeu-se buscas em livros especializados, documentos educacionais brasileiros e artigos publicados em revistas acadêmicas. Os resultados obtidos foram: em oito artigos encontrados somente três foram considerados relevantes para o propósito pesquisado. A maioria dos artigos nos sítios buscados não estava disponível de forma completa, apresentando apenas os resumos. Revelou-se, também, que há escassez de pesquisas sobre a temática no Brasil, especificamente sobre altas habilidades/superdotação e deficiência visual, pois, não foi encontrado nenhum trabalho no Portal de Periódicos da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Espera-se com este artigo contribuir para que os estudantes com DNEE sejam reconhecidos, de fato, por seus potenciais elevados.

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Biografia do Autor

  • Rosemeire de Araújo Rangni, Universidade Federal de São Carlos

    Formação em Direito (1982), Faculdade de Direito de Guarulhos; Pedagogia (2002), Universidade Guarulhos; Mestrado em Educação (2005) Universidade Cidade de São Paulo - UNICID; Especialização em Talentosos e Bem Dotados (2006), Universidade Federal de Lavras - UFLA. Doutora em Educação Especial - Universidade Federal de São Carlos - UFSCar. Pesquisadora na área de altas habilidades/superdotação, Políticas Públicas Educacionais e Educação Inclusiva. Atuação na Comissão Executiva do Fórum Oeste de Educação Inclusiva - FOEI, de 2007 a 2012. Secretária Executiva da Revista Educação em Movimento - 2010 a 2012. Experiência no ensino de Língua Inglesa, de 1990 a 2008. Docente do curso de Pós-Graduação em Educação Inclusiva no Instituto Superior de Educação Vera Cruz - ISE - (2011-2012). Palestrante e Formadora junto aos educadores nas Secretarias de Educação. Associada ao Conselho Brasileiro para Superdotação - ConBraSD. Professora Adjunta 1 - Universidade Federal de São Carlos - UFSCar - Curso de Licenciatura em Educação Especial e credenciada ao Programa de Pós - Graduação em Educação Especial - PPGEEs. Vinculada ao Grupo de Pesquisa em Excelência, Sustentabilidade e Inovação Social: Engenharia das Organizações Criativas e Soluções Tecnológicas Educacionais - UNIRIO e do Grupo de Pesquisa Educação Especial - UFSCar. Lider do Grupo de Pesquisa para o Desenvolvimento do Potencial Humano - GRUPOH. Coordenadora do Programa de Extensão: Educação Especial: Formação e Inclusão.

     

  • Ailton Barcelos da Costa, Universidade Federal de São Carlos

    Doutorando em Educação Especial na Universidade Federal de São Carlos, também possui Mestrado em Educação Especial e Licenciatura Plena em Matemática pela mesma universidade. Trabalha com Educação Matemática, atuando em Ensino de deficientes visuais (DV), orientação e mobilidade de pessoas com DV e ensino de matemática para pessoas com deficência intelectual. 

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Publicado

20/12/2016

Edição

Seção

Artigos teóricos

Como Citar

Altas habilidades/superdotação e deficiência visual: duplicidade de necessidades educacionais especiais. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, v. 11, n. 4, p. 1979–1993, 20 dez.2016.