Práticas voltadas à inclusão

A fonoaudiologia na educação superior

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21723/riaee.v17i3.17090

Palavras-chave:

Educação superior, Fonoaudiologia, Inclusão

Resumo

Atualmente, estão inseridos nas instituições de Educação Superior estudantes público-alvo da Educação Especial, com Transtornos Funcionais e com trajetórias socioeducacionais distintas. O objetivo desta pesquisa é verificar a presença e atuação do fonoaudiólogo nos Núcleos de Acessibilidade e Apoio Pedagógico das Universidades federais através de um estudo quanti-qualitativo realizado com 15 instituições. Os resultados revelam que a atuação mais conhecida do fonoaudiólogo tange à área da comunicação, em detrimento da colaboração deste no processo educativo. Evidencia-se a necessidade emergencial de reflexão sobre ações interdisciplinares inclusivas na Educação Superior e modificações na formação e trabalho dos Núcleos, do Apoio Pedagógico e dos profissionais envolvidos.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Kemely Palmeiro, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis – SC – Brasil

Graduação em Fonoaudiologia.

Lais Oliva Donida, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis – SC – Brasil

Doutoranda em Linguística.

Ana Paula Santana, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis – SC – Brasil

Docente do Programa de Pós-Graduação em Linguística e do Programa de Pós-Graduação em Fonoaudiologia. Doutorado em Linguística (UNICAMP).

Referências

BARDIN, L. Análise de conteúdo. 4. ed. Lisboa: Edições 70, 2010.

BERBERIAN, A. P. Fonoaudiologia e Educação: Um encontro histórico. 2. ed. São Paulo: Plexus, 2007.

BERSCH, R. Introdução à tecnologia Assistiva. Porto Alegre, RS: Assistiva – Tecnologia e Educação, 2017. Disponível em: http://www.assistiva.com.br/Introducao_Tecnologia_Assistiva.pdf. Acesso em 10 junho 2019.

BRASIL. Decreto n. 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Brasília, DF: Presidência da República, 2005. http: Disponível em //www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5626.htm. Acesso em 6 set. 2022.

BRASIL. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília, DF: MEC; Secretaria de Educação Especial, 2008. Disponível em: http://peei.mec.gov.br/arquivos/politica_nacional_educacao_especial.pdf. Acesso em: 15 maio 2019.

BRASIL. Decreto n. 7.234, de 19 de julho de 2010. Dispõe sobre o Programa Nacional de Assistência Estudantil – PNAES. Brasília, DF: Presidência da República, 2010. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/decreto/d7234.htm. Acesso em: 20 jul. 2019.

BRASIL. Decreto n. 7.611, de 17 de novembro de 2011. Dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências. Brasília, DF: Presidência da República, 2011. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Decreto/D7611.htm. Acesso em: 16 maio 2019.

BRASIL. Lei n. 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Brasília, DF: Presidência da República, 2015. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm. Acesso em: 20 jul. 2019.

CAVALHEIRO, M. T. P. Reflexões sobre a relação entre a Fonoaudiologia e a Educação. In: GIROTO, C. R. M. Perspectivas atuais da fonoaudiologia na escola. 3. ed. São Paulo: Plexus, 2001.

CELESTE, L. C. et al. Mapeamento da fonoaudiologia educacional no Brasil: Formação, trabalho e experiência profissional. CoDAS., v. 29, n. 1, p. 1-7, 2007. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S2317-17822017000100309&script=sci_abstract&tlng=pt. Acesso em: 10 jun. 2019.

CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA. Resolução CFFa n. 309, de 01 de abril de 2005. Dispõe sobre a atuação do Fonoaudiólogo na educação infantil, ensino fundamental, médio, educação especial. Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia. Brasília, DF: Conselho Federal de Fonoaudiologia, 2005. Disponível em https://www.sbfa.org.br/portal2017/themes/2017/departamentos/artigos/resolucoes_15.pdf. Acesso em: 10 jun. 2019.

CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA. Quantitativo de fonoaudiólogos no Brasil por conselho regional. Brasília, DF: CFFa, 2019. Disponível em: http://www.fonoaudiologia.org.br/cffa/index.php/numero-por-regiao/. Acesso em: 25 maio 2019.

DONIDA, L. O. Universitários com dificuldade de leitura e Escrita: Desvelando discursos. 2018. Dissertação (Mestrado em Linguística) – Programa de Pós-Graduação em Linguística, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2018. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/194394/PLLG0731-D.pdf?sequence=-1&isAllowed=y. Acesso em: 03 out. 2019.

DONIDA, L. O.; SANTANA, A. P. Apoio Pedagógico como proposta de educação para todos. Educ. Pesqui., São Paulo, v. 45, e192527, 2019. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-97022019000100554&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 03 out. 2019.

GIROTO, C. R. M. Perspectivas atuais da Fonoaudiologia na escola. São Paulo: Plexus Editora, 1999.

INAF. Indicador de alfabetismo funcional 2018: Resultados preliminares. Rio de Janeiro: IPM; Ação Educativa, 2011. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/1ez-6jrlrRRUm9JJ3MkwxEUffltjCTEI6/view. Acesso em: 10 maio 2019.

INEP. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Enade 2016: Resultados e Indicadores. Brasília, DF: INEP, 2017. Disponível em: http://download.inep.gov.br/educacao_superior/enade/documentos/2017/apresentacao_resultados_enade2016.pdf. Acesso em: 10 maio 2019.

IOSIF, R. M. G. A qualidade da educação na escola pública e o comportamento da cidadania global emancipada: Implicações para a situação da pobreza e desigualdade no Brasil. 2007. Tese (Doutorado em Política Social) – Universidade de Brasília, Brasília, 2007, p. 307. Disponível em: http://repositorio.unb.br/handle/10482/2560. Acesso em: 15 maio 2019.

LUZARDO, R.; NEMR, K. Instrumentalização fonoaudiológica para professores da educação infantil. Rev CEFAC., v. 8, n. 3, p. 289-300, 2006. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/1693/169320536006.pdf. Acesso em: 10 maio 2019.

SANTANA, A. P.; SOLTOSKY, M. Atuação fonoaudiológica na educação superior: Do ingresso à permanência. In: MARCHESAN, I. Q.; DILVA, H. J.; TOMÉ, M. C. (org.). Tratado das especialidades em fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2014.

ZORZI, J. L. Educação: Questões para reflexão do fonoaudiólogo educacional frente aos desafios para ensinar a ler e escrever. In: QUEIROGA, B. A. M.; ZORZI, J. L.; GARCIA, V. L. Fonoaudiologia Educacional: Reflexões e relatos experiência. Brasília, DF: Editora Kiron, 2015. Disponível em: http://www.sbfa.org.br/portal/pdf/livrofonoeducacional_cffa_sbfa2015.pdf. Acesso em: 10 maio 2019.

Publicado

01/07/2022

Como Citar

PALMEIRO, K.; DONIDA, L. O.; SANTANA, A. P. Práticas voltadas à inclusão: A fonoaudiologia na educação superior. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 17, n. 3, p. 2024–2044, 2022. DOI: 10.21723/riaee.v17i3.17090. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/17090. Acesso em: 4 dez. 2022.

Edição

Seção

Relatos de Pesquisas

Artigos Semelhantes

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.