A percepção dos docentes do PARFOR sobre a aprendizagem no ensino remoto

Avaliação do uso das tecnologias

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.15766

Palavras-chave:

Ensino, Remoto, Avaliação, Educação, Tecnologias, Virtual

Resumo

Este constructo aborda a origem das tecnologias educacionais, como emergiram no decurso histórico-filosófico da concepção de novas metodologias de ensino, com vistas a atingirem resultados que influenciem de maneira positiva a sociedade buscando conhecimento científico transposto à empiria. Assim, a pesquisa tem como objetivo identificar a percepção dos docentes do PARFOR sobre o ensino remoto, com base no emprego das tecnologias. No experimento, foram adotadas as competências digitais para o professor no ensino remoto, por intermédio do modelo de Garcia et al. (2020), por ser gerado para os professores atendidos no PARFOR e por basear-se no aspecto relacional entre o docente e o aluno. Nesta demanda, nota-se que a emergência do ensino remoto fez aflorar fragilidades formativas nos professores, surgindo, então, o grande desafio, configurado em passar do sistema presencial para o modus operandi virtual.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Marcos Antonio Martins Lima, Universidade Federal do Ceará (UFC), Fortaleza – CE – Brasil

Professor Associado do Departamento de Fundamentos da Educação. Pós-doutorado em gestão (UFRN) e Doutorado em Educação/Avaliação pela UFC.

Ilana Maria de Oliveira Maciel, Universidade Federal do Ceará (UFC), Fortaleza – CE – Brasil

Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Educação Brasileira (PPGE). Bolsista da CAPES.

Sandro Olímpio Silva Vasconcelos, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Mossoró – RN – Brasil

Mestrado no Programa de Pós-graduação em Educação (POSEDUC).

Nirleide Saraiva Coelho, Universidade Federal do Ceará (UFC), Fortaleza – CE – Brasil

Departamento de contabilidade. Mestrado Profissional em Economia (UFC).

Ana Bruna de Queiroz Pereira, Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Salvador – BA – Brasil

Discente no Pós-graduação Lato Sensu em Educação Digital.

Referências

ALMENARA, J. C. Avaliar para melhorar: Meios e materiais de ensino. In: SANCHO, J. M. (org.). Para uma tecnologia educacional. Porto Alegre: ArtMed, 1998.

AMMENWERTH, E. et al. Evaluation of health information systems – problems and challenges. International Journal of Medical Informatics, v. 71, n. 2-3, p. 125-135, 2003. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/14519405/. Acesso em: 15 jan. 2021.

ARANHA, M. L. A. História da Educação e da Pedagogia: Geral e Brasil. 3. ed. São Paulo: Moderna, 2006.

BACHELARD, G. O novo espírito científico. Tradução: Juvenal Hahne Júnior. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1968.

BACHELARD, G. A formação do espírito científico: Contribuição para uma psicanálise do conhecimento. Tradução: Estela dos Santos Abreu. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996.

BACHELARD, G. Ensaio sobre o conhecimento aproximado. Rio de Janeiro: Contraponto, 2004.

BARDIN, L. Análise do conteúdo. Tradução: Luís Antero Reto. São Paulo: Edições 70, 2016.

BITTAR, M. A abordagem instrumental para o estudo da integração da tecnologia na prática pedagógica do professor de Matemática. Educar em Revista, n. 1, p. 157-171, 2011. Disponível em: https://www.scielo.br/j/er/a/XtVYn634Y95PPjHRBLQG4kp/abstract/?lang=pt. Acesso em: 10 mar. 2021.

BRASIL. Lei n. 14.040, de 18 de agosto de 2020. Estabelece normas educacionais excepcionais a serem adotadas durante o estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020; e altera a Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009. Brasília, DF: Presidência da República, 2020. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/lei/l14040.htm. Acesso em: 19 fev. 2021.

CIEB. Competências para educadores e multiplicadores para uso de TIDCs. Nota técnica n. 8. São Paulo: Centro de Inovação para a Educação Brasileira, 2019.

COMITÊ GESTOR DE INTERNET NO BRASIL. Pesquisa sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação nas escolas brasileiras: TIC educação 2017. São Paulo: Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto Br, 2018. Disponível em: https://www.cgi.br/media/docs/publicacoes/2/tic_edu_2017_livro_eletronico.pdf. Acesso em: 01 mar. 2019.

BOMBASSARO, L. C. As fronteiras da epistemologia: Como se produz o conhecimento. 2. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1992.

DE BRUYNE, P.; HERMAN, J.; SCHOUTHEETE, M. Dinâmica da pesquisa em ciências sociais: Os polos da prática metodológica. Tradução: Ruth Jojjily. Rio de Janeiro: F. Alves, 1977.

DILLMAN, D. A. The design and administration of surveys mail. Annual Review of Sociology, v. 17, n. 1, p. 225-249, ago. 1991. Disponível em: https://www.annualreviews.org/doi/abs/10.1146/annurev.so.17.080191.001301. Acesso em: 18 mar. 2021.

ESTEVES, M. Construção e desenvolvimento das competências profissionais dos professores. Sísifo: Revista de Ciências da Educação, v. 8, p. 33-44, jan./abr. 2009. Disponível em: http://sisifo.ie.ulisboa.pt/index.php/sisifo/article/view/132/222. Acesso em: 20 mar. 2021.

GARCIA, T. C. M. et al. Ensino Remoto Emergencial: Proposta de design para organização de aulas. Natal: SEDIS/UFRN, 2020. Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/29767. Acesso em: 18 mar. 2021.

GOERGEN, P. Ciência, sociedade e universidade. Educação & Sociedade, v. 19, n. 63, p. 1-13, 1998. Disponível em: https://www.scielo.br/j/es/a/mnKFZpVw6hrfb3Jpd3kvR3H/?format=html. Acesso em: 10 ago. 2021.

GÜNTER, H. Como elaborar um questionário. Brasília, DF: UnB, Laboratório de Psicologia Ambiental, 2003.

KELLER, J. M. Development and Use of the ARCS Model of Instructional Design. Journal of instructional development, v. 10, n. 3, p. 1-10, 1987. Disponível em: https://ocw.tudelft.nl/wp-content/uploads/Development-and-Use-of-the-ARCS-Model-of-Instructional-Design.pdf. Acesso em: 18 mar. 2021.

LE BOTERF, G. Desenvolvendo A Competência dos Profissionais. 3. ed. Porto Alegre: Penso, 2003.

LESSARD-HERBET, M. et al. Investigação Qualitativa. Fundamentos e Práticas. 5. ed. Lisboa: Instituto Piaget, 2005.

LIMA, L. O. Profissão e Educação. São Paulo. Editora SENAC, 1983.

LIMA, M. A. M. Autoavaliação e desenvolvimento institucional da Educação Superior: Projeto aplicado em cursos de Administração. Fortaleza: Edições UFC, 2005.

MACIEL, I. M. O. Avaliação de programas de educação profissional: Estudo em organizações do sistema “S”. 2009. Dissertação (Mestre em Administração) – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2009.

MORAN, J. M. A educação que desejamos: Novos desafios e como chegar lá. 5. ed. Campinas: Papirus, 2012.

PANERAI, R. B.; MOHR, J. P. Evaluación de Tecnologías en Salud: Metodologías para países en desarrollo. Washington: Organización Panamericana de la Salud, 1990.

PINTO, A. V. O conceito de tecnologia. Rio de Janeiro: Contraponto, 2005.

RABARDEL, P. Les hommes et les technologies: Approche cognitive des instruments contemporains. Paris: Armand Colin, 1995. Disponível em: https://hal.archives-ouvertes.fr/hal-01017462/document. Acesso em: 10 mar. 2021.

TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. 17. ed. Petropolis, RJ: Vozes, 2014.

TAROUCO, L. M. R. Competências Digitais dos Professores. In: TIC EDUCAÇÃO 2018: Pesquisa Sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nas Escolas Brasileiras. São Paulo: Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, 2019.

Publicado

30/09/2022

Como Citar

LIMA, M. A. M.; MACIEL, I. M. de O.; VASCONCELOS, S. O. S.; COELHO, N. S.; PEREIRA, A. B. de Q. A percepção dos docentes do PARFOR sobre a aprendizagem no ensino remoto: Avaliação do uso das tecnologias. Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, p. e022124, 2022. DOI: 10.22633/rpge.v26i00.15766. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/rpge/article/view/15766. Acesso em: 27 nov. 2022.

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)

Artigos Semelhantes

1 2 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.