Atendimento educacional especializado: reflexões da realidade de um município paulista

Autores

  • Taísa Grasiela Gomes Liduenha Gonçalves Doutorado em Educação Especial. UFSCar – Universidade Federal de São Carlos. Centro de Educação e Ciências Humanas. São Carlos – SP – Brasil. 13565-905. Professora na UNOPAR - Universidade Norte do Paraná. Programa de Mestrado em Metodologias para o Ensino de Linguagens e suas Tecnologias. Londrina – PR – Brasil. 86041-120
  • Juliana Vechetti Mantovani Doutorado em Educação Especial. UFSCar – Universidade Federal de São Carlos. Centro de Educação e Ciências Humanas. São Carlos – SP – Brasil. 13565-905
  • Ana Carolina Macalli Mestranda em Educação Especial. Bolsista da Capes. UFSCar – Universidade Federal de São Carlos. Centro de Educação e Ciências Humanas. São Carlos – SP – Brasil. 13565-905

DOI:

https://doi.org/10.21723/riaee.2016.v11.n1.p131

Palavras-chave:

Atendimento educacional especializado, Educação especial, Indicadores sociais,

Resumo

O objetivo deste artigo foi analisar o Atendimento Educacional Especializado (AEE) no Brasil, região sudeste, estado de São Paulo, especificamente, em um município paulista. Para tanto, utilizou-se as legislações que norteiam o trabalho pedagógico dentro deste espaço, os indicadores sociais oficiais e dados empíricos construídos durante as visitas ao município, quando foi realizada a observação na sala de recursos e uma entrevista com a professora responsável pelo atendimento. Os resultados indicam: ampliação no número de turmas que oferecem o AEE nas escolas brasileiras, na região sudeste e no estado de São Paulo; com relação ao município analisado constatou-se que o trabalho docente no AEE é isolado do contexto escolar e que o serviço é direcionado para os alunos com deficiência mental, embora tenha a presença de alunos com outras deficiências na escola, além disso, o atendimento limita-se a atividades de vida autônoma, sobretudo, no desenvolvimento de processos mentais. Os achados mostram que ainda existem dificuldades na implementação do AEE na escola que carecem de ações mais diretivas e baseadas nas realidades municipais.

Biografia do Autor

Taísa Grasiela Gomes Liduenha Gonçalves, Doutorado em Educação Especial. UFSCar – Universidade Federal de São Carlos. Centro de Educação e Ciências Humanas. São Carlos – SP – Brasil. 13565-905. Professora na UNOPAR - Universidade Norte do Paraná. Programa de Mestrado em Metodologias para o Ensino de Linguagens e suas Tecnologias. Londrina – PR – Brasil. 86041-120

Pedagoga (2010) e Mestre em Educação pela UEL (2012), Doutoranda em Educação Especial na UFSCar/PPGEEs. Bolsista do Observatório da Educação e integrante do grupo de pesquisa NEPEDE Es UFSCar. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Especial, atuando principalmente nos seguintes temas: educação, educação especial, Educação de Jovens e Adultos (EJA), educação do campo, e indicadores educacionais.

Juliana Vechetti Mantovani, Doutorado em Educação Especial. UFSCar – Universidade Federal de São Carlos. Centro de Educação e Ciências Humanas. São Carlos – SP – Brasil. 13565-905

Graduada em Terapia Ocupacional, pelo Centro Universitário Salesiano de Lins (2000), com Especialização em Educação Especial pela Puc de Campinas (2003) e Mestrado em Educação, também pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2006). Atualmente é aluna do doutorado em Educação Especial do Programa de Pós Graduação em Educação Especial da Universidade Federal de São Carlos e bolsista FAPESP. 

Ana Carolina Macalli, Mestranda em Educação Especial. Bolsista da Capes. UFSCar – Universidade Federal de São Carlos. Centro de Educação e Ciências Humanas. São Carlos – SP – Brasil. 13565-905

graduanda em Licenciatura em Educação Especial na Universidade Federal de Sã Carlos e bolsista de Iniciação Científica- Observatório da Educação- CAPES

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Publicado

11/04/2016

Como Citar

Gonçalves, T. G. G. L., Mantovani, J. V., & Macalli, A. C. (2016). Atendimento educacional especializado: reflexões da realidade de um município paulista. Revista Ibero-Americana De Estudos Em Educação, 11(1), 131–150. https://doi.org/10.21723/riaee.2016.v11.n1.p131

Edição

Seção

Artigos