Pontos e contrapontos no universo do atendimento educacional especializado para educandos com transtorno do espectro autista

Autores

  • Marily Oliveira Barbosa Doutoranda em Educação Especial. UFSCar - Universidade Federal de São Carlos. São Carlos - SP- Brasil. 13565-905
  • Neiza de Lourdes Frederico Fumes Doutora e Docente do Programa de Pós-graduação em Educação. UFAL - Universidade Federal de Alagoas. Maceió – AL - Brasil. 57072-900

DOI:

https://doi.org/10.21723/RIAEE.v11.esp.1.p467

Palavras-chave:

Educação especial, Atendimento educacional especializado, Transtorno do espectro autista,

Resumo

O Atendimento Educacional Especializado (AEE) veio estabelecer novas formas de agir com o público alvo da Educação Especial e, de certa maneira, pretende auxiliar na sua permanência na escola. Em se tratando do educando com Transtorno do Espectro Autista (TEA), a sua entrada na escola regular é relativamente recente e isso desperta situações desafiadoras para todos os envolvidos. O objetivo deste estudo é averiguar o ponto de vista de uma professora do AEE sobre o TEA e os educandos com esse transtorno. Este estudo é de cunho qualitativo por procurar apreender a visão da participante sobre o assunto em questão e utilizou como instrumento para coleta de dados a observação direta, palestra proferida pela pesquisada e a entrevista semiestruturada. Para a análise de dados, foi empregue a análise de conteúdo. Os resultados demonstraram que a professora atendia três educandos com TEA e conhecia os aspectos científicos a respeito do TEA, embora os conhecimentos religiosos também marcassem as suas concepções. A professora relatou os desafios e a satisfação em observar os avanços educacionais de seus educandos, compreendendo inclusive as possibilidades de inclusão destes no ambiente da escola regular.

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Publicado

04/05/2016

Como Citar

BARBOSA, M. O.; FUMES, N. de L. F. Pontos e contrapontos no universo do atendimento educacional especializado para educandos com transtorno do espectro autista. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 11, n. esp.1, p. 467–477, 2016. DOI: 10.21723/RIAEE.v11.esp.1.p467. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/8567. Acesso em: 4 mar. 2021.

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