Necessidades produtivas e exigências de formação: a filosofia no ensino médio

Autores

  • Marta Sueli de Faria Sforni Universidade Estadual de Maringá
  • Cleder Mariano Belieri Universidade Estadual de Maringá

DOI:

https://doi.org/10.21723/riaee.v11.n4.7782

Palavras-chave:

Filosofia. Ensino. Política Educacional. Currículo.

Resumo

A disciplina de Filosofia não teve presença constante no currículo da Educação Básica ao longo da história da educação brasileira. Essa inconstância foi o motivo que desencadeou a necessidade de realização de uma investigação sobre os fatores que determinam sua inclusão/exclusão no Ensino Médio Brasileiro. A pesquisa foi realizada mediante um estudo bibliográfico e documental a fim de analisar a constituição histórica da disciplina de Filosofia nesse nível de ensino. O período de delimitação da pesquisa foi do Brasil Colônia à inserção do Brasil no contexto político-econômico neoliberal. O estudo revelou que a oscilação da presença da Filosofia nos currículos das escolas brasileiras foi influenciada pelas necessidades do setor produtivo, conforme as exigências de formação que se gestaram no interior do sistema econômico.  

Biografia do Autor

Marta Sueli de Faria Sforni, Universidade Estadual de Maringá

Professora do Departamento de Teoria e Prática da Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Maringá

Cleder Mariano Belieri, Universidade Estadual de Maringá

Doutorando no Programa de Pós-graduação em Educação pela Universidade Estadual de Maringá e Professor de Filosofia no Ensino Médio na Rede Estadual de Ensino do Paraná

Downloads

Publicado

20/12/2016

Como Citar

SFORNI, M. S. de F.; BELIERI, C. M. Necessidades produtivas e exigências de formação: a filosofia no ensino médio. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 11, n. 4, p. 2030–2045, 2016. DOI: 10.21723/riaee.v11.n4.7782. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/7782. Acesso em: 4 mar. 2021.

Edição

Seção

Artigos