Tecnologias móveis nos processos de ensino e de aprendizagem: mobilidade docente?

Autores

  • Osmar Hélio Alves Araújo Professor-formador. PARFOR - Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica, junto à Universidade Estadual Vale do Acaraú-UVA. Sobral – CE – Brasil. 62.040-370. Docente colaborador. Pós-Graduação Lato Sensu das Faculdades INTA. Sobral – CE – Brasil. 62050-100
  • Luís Tavora Furtado Ribeiro Professor associado. UFC – Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Educação. Fortaleza – CE – Brasil. 60020-060. Pós-doutorado. EHESS - École de Hautes Études en Sciences Sociales, sob a supervisão de Michel Löwy. Paris – França. 75013
  • Maria Nerice dos Santos Pinheiro Mestranda em Educação. UFC – Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Educação - Pós-Graduação em Educação. Fortaleza – CE – Brasil. 60020-060

DOI:

https://doi.org/10.21723/riaee.2016.v11.n1.p95

Palavras-chave:

Tecnologias móveis, Ensino e aprendizagem, Formação docente,

Resumo

O artigo trata de uma pesquisa realizada junto a professores da educação básica do município de Iguatu/CE e teve como objetivo verificar se os professores utilizam as tecnologias móveis em sala de aula como recurso pedagógico, assim como investigar em que medida a qualificação profissional dos referidos profissionais impulsiona uma ação docente autêntica, autônoma diante da seara das tecnologias móveis. Os sujeitos são professores que atuam no Ensino Fundamental. Metodologicamente, constitui-se em uma pesquisa de campo, com arrimo na abordagem qualitativa, visando realçar que a escola na contemporaneidade é interpelada pelas transformações trazidas à sociedade pela revolução tecnológica, mormente pela proliferação das tecnologias móveis, as quais estão a impulsionar mudanças nos processos de ensino e de aprendizagem. Utilizou-se da entrevista semiestruturada e reflexiva como técnica para a coleta de dados. Têm como aporte teórico os estudos de Alarcão (2001), Freire (1987, 1992, 2001), Libâneo (2001, 2002, 2005, 2011), Nóvoa (2009), Tardif (2013) UNESCO (2013), Veen e Vrakking (2009). Os resultados da pesquisam evidenciaram que os professores, na sua grande maioria, não utilizam a aparelhagem das tecnologias móveis na prática pedagógica, assim como apontam para o quadro da qualificação profissional insuficiente para uma atuação docente no contexto das tecnologias de modo seguro e pedagogicamente eficaz. No entanto, tal cisão desemboca, portanto, na necessidade de um processo de formação contínua que se aprofunde, também, na realidade e nos conhecimentos que os professores possuem. Assim como considerar como pilares as mudanças que o contexto social vigente vem passando, entre as quais se destacam as transformações tecnológicas que se proliferam vertiginosamente.

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Publicado

11/04/2016

Como Citar

ARAÚJO, O. H. A.; RIBEIRO, L. T. F.; PINHEIRO, M. N. dos S. Tecnologias móveis nos processos de ensino e de aprendizagem: mobilidade docente?. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 11, n. 1, p. 95–110, 2016. DOI: 10.21723/riaee.2016.v11.n1.p95. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/8087. Acesso em: 6 dez. 2021.

Edição

Seção

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